Educação para Milhares: NATIVOS DIGITAIS, MILLENNIALS, eLEARNING , PEDAGOGIA DIGITAL e a WEB 4.0

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

NATIVOS DIGITAIS, MILLENNIALS, eLEARNING , PEDAGOGIA DIGITAL e a WEB 4.0

Reginaldo Albuquerque, Laura Gris Mota, Luis Carlos Lobo, Andrea Andres



Resumo - Os novos alunos já nasceram usando a web como forma de conexão, comunicação e troca de conhecimento. Os processos e meios de ensino precisam, portanto, acompanhar as tendências de forma a oferecer aos aprendizes digitais oportunidades que despertem interesse e atenção. Assim, entender os conceitos da web 4.0 - o ambiente natural da netgeneration - e adaptá-los às ofertas de ensino, notadamente ao ensino à distância, se faz necessário.

Esse relato de experiência pretende apresentar o processo de desenho do curso Atenção ao Cuidado da Saúde da Pessoa Idosa, da Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS), baseado no olhar do novo aluno, nos conceitos e teorias da web 4.0 e no conectivismo.  Essa é a primeira experiência da UNA-SUS na montagem de um curso fora de um ambiente virtual de aprendizagem e adaptado à linguagem digital. 
Abstract - New students use the web as a way of connection, communication and knowledge sharing since they were born. Therefore, processes and educational facilities need to adapt these trends to offer digital learners opportunities to awake interest and attention. It is necessary to understand the concepts of Web 4.0 -  netgeneration's natural environment - and adapt education, particularly e-learning. This paper intends to present design process of Health Care of Elderly course, created by Open University of National Health System (UNA-SUS). This process was based on concepts and theories of web 4.0, conectivism, and new student's perspective .This is the first experience of the UNA-SUS to create a course out of a virtual learning environment and adapted to the digital language.
Resumen - Los nuevos alumnos nacieron utilizando la web como una forma de conexión, comunicación e intercambio de conocimiento. Los procesos y medios de educación necesitan, por consiguiente, seguir las tendencias de manera a ofrecer a los aprendices digitales oportunidades que despierten interés y atención. De esa forma, es necesario entender los conceptos de la web 4.0 – el ambiente natural de netgeneration – y adaptarlos a las ofertas de educación, en particular, de educación a distancia. 

El presente relato de experiencia pretende presentar el proceso de diseño del curso Atención al Cuidado de la Salud de la Persona de la Tercera Edad, de la Universidad Abierta del Sistema Único de Salud (UNA-SUS), basado en la perspectiva del nuevo alumno, en los conceptos y teorías de la web 4.0 y en el conectivismo. Esta es la primera experiencia de la UNA-SUS en el montaje de un curso fuera de un ambiente virtual de aprendizaje y adaptado a la lenguaje digital.

      Palavras-chave: idoso. ensino à distância. nativos digitais. Conectivismo. Web 4.0. aprendizado      flexível. alunos da era digital. design de cursos à distância.

1.        Contexto Tecnológico e Educacional do Século XXI


O advento da internet e da web trouxe mudanças importantes na forma como a sociedade produz conhecimentos e troca informações. O avanço tecnológico permitiu que esse novo meio evoluísse tão rapidamente quanto as novas relações sociais que se formavam em torno dele.
No final dos anos 90, a web se popularizou por meio dos principais serviços que ela passou a disponibilizar tais como: correio eletrônico, chat, fóruns, listas de discussões, buscas rápidas de informações, blogs, wikis, etc. Tudo isto acessível nos diversos cantos do mundo. Como mostra a figura1 abaixo, saímos da Era do PC e seguimos o caminho da web 1.0, 2.0 e 3.0 rumo a web 4.0 que começamos a trilhar.


Figura 1 - A evolução da web e suas características (veja na apresentação abaixo)

1.1 Os alunos da era digital


A maioria dos atuais estudantes nasceram entre 1980 e 1994 e representam a primeira geração que cresceu totalmente na era digital. Isto é, suas vidas sempre foram cercadas pela comunicação por via tecnológica. O conceito emergiu no fim dos anos 90, quando Don Tapscott lançou seu livro Growing Up Digital (1997) e os chamou de net generation. Em 2001, Marc Prensy usa, pela primeira vez, o termo digital native, em seu artigo Digital Natives, Digital Immigrants.

Até agora o conceito de nativo digital permanece ambíguo e amplo. Mas define, por essência, uma nova geração de aprendizes digitais, que nasceram e cresceram sob a influência dos computadores, videogames, smartphones e usa a toda o potencial de conexão da web para se comunicarem de uma forma diferente. Eles usam uma linguajem escrita diferente, interagem e se socializam de uma forma diferente e tem um senso diferente de autoria, haja vista a existência de inúmeras galerias de imagens e blogs] pessoais. Também são denominados de geração Y, milenares e, talvez mais apropriadamente, devessem ser chamados de aprendizes nativos.

A noção que temos desse novo grupo de estudantes é recebido de uma forma acrítica pela maioria dos educadores. A despeito da considerável atenção que receberam pouco estudos foram feitos para analisar as suas características como estudantes e consumidores de conhecimento. Como diz Bates (2015), “esses potenciais alunos desconhecem a forma e os métodos pelos quais seus atuais professores aprenderam”.

Os aprendizes digitais não são mais consumidores passivos de conhecimento, eles se envolvem e participam, são os alunos 4.0 e exigem ambientes virtuais que atendam às suas novas características.  A web é este ambiente. Nela, navegam, compartilham e produzem os seus conteúdos livremente, em qualquer mídia, em todos os espaços e horas das suas vidas.

1.2 Novo contexto, nova pedagogia


Para se aproximar do nativo digital e do seu modo de ser, as relações educacionais pós-internet e a pedagogia precisou se entender também como um processo digital. Para tanto, desde 2007, plataformas de educação à distância vem sendo desenvolvidas para atender ao novo aluno. Na figura 2  veja as inter-relações e o timeline entre estes ambientes.

Assim, o processo de trabalho pedagógico vem se transformando e as novas visões já percebem que os conceitos de turmas, aulas teóricas e aprendizado síncrono devem ser deixados de lado.
 Emergem as características da web 4.0: identidade, conexão e ubiquidade 

·       Identidade - O aluno tem sua identidade, seu próprio ritmo e estilo de aprendizagem. Os novos cursos, por sua vez, devem refletir essa individualidade do aluno, ao oferecer vários recursos educacionais e trajetórias de aprendizagem flexíveis.
·       Conexão - Os conhecimentos estão espalhados e acessíveis. É necessária a construção de redes colaborativas que ofereçam e estimulem a circulação permanente de conhecimentos, troca de experiências e discussão de problemas enfrentados. Alia-se aí, a inteligência coletiva, proposta por Pierre Levy, como a base para a construção das oportunidades de aprendizagem e a ideia de George Siemens, para quem “aprender é ensinar o aluno a fazer conexões”.
·       Ubiquidade - O novo jeito de aprender ultrapassa o ambiente de aprendizagem. O processo de aprendizagem segue junto com o aluno e com as conexões que ele fez, como mostrado no gráfico abaixo.


 Gráfico 2 Diferença de trinhas num curso tradicional e num "Conectivista"

1.3  Os recursos educacionais nos tempos      digitais


Nos tempos pré-internet, a produção de conteúdo didático era feita por um conjunto de professores, de forma autoral, que disponibilizava os recursos educacionais prontos e definitivos para os alunos selecionados – aqueles das suas salas de aula. Era um processo de cima para baixo. Com as possibilidades tecnológicas da web 1.0, deu-se um passo importante, facilitando a comunicação e a distribuição dos recursos didáticos. Porém, os métodos de produção continuaram os mesmos. A web 2.0 começou a mudar esse cenário.

Hoje, as possibilidades de criação de conteúdo, aliadas a capacidade de distribuição e interação da web, formam o ferramental para os novos processos de transmissão de conhecimento. Tem-se disponível uma infinidade de recursos, passando pela produção de vídeos, gráficos e o uso de grandes bancos de dados nas nuvens para armazenamento e produção de conhecimento.

A tendência é, cada vez mais, a elaboração de conteúdos de forma colaborativa e conectada, onde os ‘donos do conhecimento’, a rede de conexões e os aprendizes constroem, juntos, os recursos educacionais - Stephen Downes

Além das possibilidades de produção, as oportunidades para acessar tais recursos se ampliaram de forma significativa nos últimos anos, com a expansão e popularização dos telefones celulares, tablets, ultrabooks, etc permitindo que as informações sejam não só produzidas e/ou acessadas a qualquer momento. Em suma, todos podem produzir, todos podem distribuir, todos podem discutir e colaborar com as produções e todos podem utilizar o conteúdo disponível.
O sistema educacional tem sabido se apropriar destas possibilidades e tem criado algumas plataformas com relativo sucesso, entre elas: o Coursera, O EdX, o Udacity, o Khan.

2 ..    Um curso digital para nativos digitais


2.1 Diretrizes do curso

Em agosto de 2014, o Ministério da Saúde e a Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS) firmaram um Termo de Execução Descentralizada para a produção de um curso online sobre Saúde do Idoso – o curso Atenção Integral à Saúde da Pessoa Idosa. Foi constituído um grupo gerenciador, com a participação de técnicos de Educação e de Tecnologia da Informação da UNA-SUS; técnicos da Coordenação de Idoso (COSAPI) do Ministério da Saúde; bolsistas com experiência em publicações digitais e programadores em HTML5.

Este grupo, em reuniões regulares, definiu os conceitos de produção, os objetivos educacionais os distribuiu em cinco unidades didáticas. Essas foram as bases orientam a elaboração do layout curso.  Optou-se por implantar alguns dos conceitos inovadores da pedagogia digital, baseada na web 4.0. Estas reuniões foram documentadas no Basecamp e acompanhadas com a supervisão permanente da Secretaria Executiva da UNA-SUS.

2.2      O curso



O curso deverá estar sempre disponível na internet o que significa que o aluno poderá acessá-lo a qualquer tempo. Deverá ser constituído por unidades didáticas independentes que a apresentam objetivos a serem alcançados, temas a serem coberto, oportunidades de aprendizagem oferecidos (textos, vídeos, gráficos, áudios) e uma avaliação formativa que permita ao aluno aferir, quando quiser, o aprendizado obtido, interagindo com estas oportunidades.
A avaliação do percurso do aluno e das avaliações feitas num determinado período de tempo pode ser consignado como uma “turma” para efeitos de análise estatística.

3        O desenho Instrucional


Conteúdo e linguagem no formato digital


A linguagem digital é fundamentalmente não linear e engloba não só elementos textuais, mas também é permeada por imagens (notadamente ícones) links de interação participativa/colaborativa. . Outra característica que lhe é peculiar diz respeito a desconstrução da oposição entre fala e escrita, cada vez mais próximas.

O material do curso foi elaborado de forma a otimizar o processo comunicativo com o aprendiz digital. O conteúdo será apresentado blocos curtos de conteúdo, com foco nos conceitos-chave da saúde do idoso. Houve ampla utilização de ícones, pictogramas e datavisualização - uma tendência digital desde 2013 (MOTA, 2013).

A abundância de recursos educacionais independentes permitiu a construção do ambiente multimídia – um espaço, dentro curso, onde os objetos educacionais, como vídeos, imagens, infográficos, estarão disponíveis para consumo individual, em sala de aula, treinamentos. Estes recursos podem ser apoio e podem dialogar com comunidades de prática profissional.
 De forma geral, opção foi por um aprendizado flexível, granular, individualizado e acessível com as seguintes peculiaridades.

·       Usar a web como ambiente de aprendizagem, entendida como a plataforma de comunicação da nova geração. Os nativos digitais têm uma grande familiaridade com a web. Isto pode diminuir a curva de aprendizagem cada vez que acessam um novo curso. Também na web, há a tendência natural de integração com as redes sociais e colaborativas.
·       Usar HTML5 como linguagem de programação devido a adaptação, com reduzido número de erros, nos vários navegadores hoje disponíveis.
·       Usar o Pacote Padrão UNA-SUS (PPU) em virtude do seu grande apelo interativo, uma das bases do curso.
·       Estruturar o curso em unidades não lineares. Os alunos podem entrar em qualquer unidade e em qualquer tema quando quiser. Não há, portanto engessamento da navegação no curso.
·       Não sugerir ou obrigar nenhum percurso dentro do curso, ou seja não há trilha a ser seguida.
·       Fazer uma avaliação formativa, a cada módulo, disponível para realização a qualquer tempo, e que não tem vínculo com a trilha para certificação.
·       Fazer uma avaliação somativa para os alunos que pretendam ter certificação.
·       Criar, no futuro, um espaço colaborativo para os participantes.

Layout 




Com a unidade Envelhecimento Populacional concluída, já se pode observar, na prática, as características do curso (Figura 5  Layout da unidade Envelhecimento Populacional,

De acordo com a numeração da  pode-se  observar:

1)     As unidades do curso de 1 a 5 sem sugestão de percurso. O aluno ao clicar é direcionado para a unidade escolhida
2)     Banner principal ocupando toda a página e chamando a atenção para um algum problema relacionado com a saúde do idoso
3)     Objetivos gerais bem definidos relacionados com a unidade com a unidade do curso
4)     Avaliação formativa relacionada à unidade e junto aos objetivos do curso. É uma avaliação de múltipla escolha com feedback para cada resposta e uma única resposta. O aluno pode faze-la no primeiro momento de acesso ao curso e prosseguir para a outra unidade
5)     Área de multimídia e links externos – onde estarão disponíveis aplicativos relacionados com os temas, vídeos, pictogramas etc. Os alunos poderão fazer downloads destes materiais, seguindo uma das diretrizes da UNA-SUS: proporcionar conhecimento livre e acesso aberto (OLIVEIRA, 2014)
6)     Áreas dos temas relacionados com as unidades. Ao clicar serão abertas novas páginas, com textos, vídeos e outras oportunidades de aprendizagem. Alguns dos elementos componentes destas páginas aparece na composição abaixo.

A Figura 5 mostra as páginas de abertura do curso e três unidades, a saber: Envelhecimento Populacional, Ações Estratégicas e Condições Clínicas.


Veja a figura - Página de entrada do curso e três unidades de conteúdo http://www.conectandopessoas.net.br/cria/unasus/cp/

Considerando todos os aspectos digitais acima expostos, as oportunidades de aprendizado no curso de Gestão à Atenção Básica da Pessoa Idosa têm os seguintes atributos (LOBO, 2014):

·       São flexíveis, ou seja, disponíveis a qualquer tempo (oferta contínua e não em turmas) e em qualquer lugar (online e off-line), por qualquer meio (adaptados aos dispositivos móveis permitindo o percurso dentro do ritmo do aluno, onde ele tiver disponibilidade de estudar.
·       O percurso não é linear, ajustando-se, dessa forma, às necessidades do aluno, pois possibilita fazer os módulos de acordo com seu desejo de informação.
·       Com feedback estruturado para a avaliação formativa, permitindo ao aluno testar seus conhecimentos, a qualquer momento do trajeto educacional, e identificar as lacunas de conhecimento que ainda possam persistir.
·       Toda a composição de objetos educacionais de cada módulo organizado para navegação intuitiva e familiar, reduzindo a curva de aprendizagem no ambiente do curso, visto que o ambiente é a própria web.

4        Resultados esperados


Ao implantar os conceitos digitais na concepção de um curso de ensino à distância, pretende-se:

a)    Melhorar a aceitação e adesão do aluno ao curso, por meio da utilização de ambientes que lhe são naturais.
b)    Reduzir o tempo de desenvolvimento do curso, desde a sua idealização conceitual até a oferta educacional, aproveitando as facilidades da programação para web.
c)     Reduzir o custo de produção, por meio da redução do tempo de desenvolvimento.
d)    Reduzir a taxa de evasão do curso, se comparada com a média UNA-SUS.

5        Conclusões


A concepção desse primeiro curso com base no olhar do aprendiz digital, nos conceitos e teorias da web 4.0 e no conectivismo é um desafio. Não só pela inclusão de conceitos inovadores no processo de trabalho, mas também pelo esforço para aceitação do novo modelo. Apesar de o senso comum apontar para a necessidade da mudança, a linguagem digital ainda é vista como aquela voltada ao lazer e não aos processos educativos.

O curso Atenção Integral à Saúde da Pessoa Idosa, mesmo pioneiro, ainda está longe de ser um produto totalmente montado para o aluno 4.0. Ferramentas que permitam o conectivismo entre participantes, por exemplo, não foram inseridas nesse projeto. Tampouco o foram mecanismos de aprendizado em rede.

Outra questão que ainda precisa ser amadurecida é o trabalho colaborativo, onde o conhecimento é construído entre os pares. Ainda encontra-se grande resistência na elaboração de conteúdos onde a autoria não se resume a uma única fonte de saber mas na confluência dos saberes de todos.

Na UNA-SUS, o caminho para atender ao nativo digital ainda está só no começo.
A experiência é, portanto, um caminho de transição, onde as novas premissas apresentadas ainda precisam ser validadas, por meio da melhora dos índices de evasão, da avaliação dos conteúdos - por parte do aluno -; da avaliação do processo de trabalho – por parte da equipe envolvida do Ministério da Saúde –; e da avaliação da gestão financeiro administrativa - por parte da Secretaria Executiva da UNA-SUS.  Espera-se não só a validação, mas também a aceitação pelos atores envolvidos - aluno, contratante e gestor do projeto.





6     -  REFERENCIAIS


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       Acesso em: 01/06/2015.
.Albuquerque, Reginaldo. MOOCs, rocks e educação rizomática. . Disponível em  www. educacaoparamilhares.com.br.  Acesso em: 31/05/2015.
.Bates, A.W. Tony. Teaching in a Digital Age - Guidelines for designing teaching and learning for a digital age..Disponível em: opentextbc.ca/teachinginadigitalage/ 
   . Acesso em: 01/08/2015.
 Lévy, Pierre Rouanet, Luiz Paulo. A inteligência coletiva. São Paulo: Edições Loyola, 1999.
Lobo, Luiz Carlos Galvão. Educacaoparamilhares.com.br. Disponível em:www. educacaoparamilhares.com.br Acesso em: 12/05/2015
Mota, L Marketing digital e as tendências das redes sociais em um futuro próximo. 2013. Disponível em: . Acesso em: 04/08/2015.
Prensky, Marc. Digital Natives, Digital Immigrants. 1. ed. [s.l.]: On the Horizon (MCB University Press, Vol. 9 No. 5, October 2001), 2001. Disponível em: .www.marcprensky.com/.../Prensky%20-%20Digital%20Natives,%20Digi... Acesso em: 22/07/2015.
Oliveira, Vinícius de Araújo, Lobo, Luiz Carlos Galvão de Campos, Francisco Eduardo et al. In: de Gusmão, Cristine Martins Gomes, Siebra, Sandra de Albuquerque Borba, Vildeane da Rocha et al (Org.). A Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS): avanços até o momento. 1. ed. PE: Editora Universitária UFPE, 2014, p. 320.  . Acesso em: 04/08/2015.
Santos, Fernanda Maria Almeida. Interferências da linguagem digital na aquisição do português escrito. In: Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação - redes sociais e aprendizagem. Recife, PE: Universidade Federal de Pernambuco, 2010. 
Siemens, George. MOOCs and Learning Sciences: where we have been and where we are going. Disponível em: .elearnspace Blog  Acesso em: 10/07/2015.
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NOTAS EXPLICATIVAS


[1] Rede mundial de computadores ou terminais ligados entre si, que tem em comum um conjunto de protocolos e serviços, de uma forma que os usuários conectados possam usufruir de serviços de informação e comunicação de alcance mundial através de serviços de telecomunicação.
[2] Telefones que se conectam à internet e oferecem serviços que não se limitam à comunicação por voz.
[3] Espaços virtuais livres, onde os conteúdos podem ser geridos de forma individual ou colaborativamente e que permitem interação entre autor e leitor. (BOSSLER, CALDEIRA, VENTURELLI)
[4] HTML é uma linguagem para estruturação e apresentação de conteúdo para a World Wide Web. A indicação HTML5 faz referência a sua quinta versão.
[5] Basecamp é uma ferramenta online de gestão colaborativa de projetos.
[6] O Pacote Padrão UNA-SUS (PPU) é um processo de empacotamento de recursos desenvolvidos em HTML5 com uso massivo das linguagens de programação javascript e CSS.
[7] Smartphones e tablets.

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